O Instituto Aimara participou da audiência pública da Corte Interamericana de Direitos Humanos, no âmbito do procedimento consultivo OC-33/2025 sobre democracia como direito humano, realizada em Brasília no dia 18 de março de 2026. Representado pelo Dr. Rafael Azeredo de Oliveira, o Instituto Aimara defendeu o exercício dos direitos procedimentais - acesso à informação, acesso à justiça e participação no processo de tomada de decisão - como expressões diretas do direito à democracia ambiental e climática, que deve ser reconhecido como direito humano.
Dr. Rafael Azeredo de Oliveira

Durante a participação do Instituto Aimara na audiência pública da Corte Interamericana de Direitos Humanos, realizada em 18 de fevereiro de 2026, a Juíza Verónica Gómez dirigiu uma pergunta à delegação sobre como exercer a democracia ambiental hoje diante dos direitos das gerações futuras. Em razão da complexidade do tema e do tempo disponível na audiência, a resposta foi apresentada em texto complementar, enviado posteriormente à Corte como complemento à contribuição escrita do Instituto.
Democracia ambiental na emergência climática:
o exercício dos direitos procedimentais como técnica de representação intertemporal de crianças, jovens e gerações futuras
Instituto Aimara - Democracia ambiental na emergencia climatica (pdf)
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